Reposição mais rápida de professores deve começar nas federais em junho

24/05/07

   

 

O MEC (Ministério da Educação) prevê para junho a implantação do chamado banco de professor-equivalente, que quer facilitar a contratação dos professores das universidades federais e faz parte do PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação).

O banco vai possibilitar que as universidades façam a reposição automática de educadores aposentados ou mortos. Antes, quando um professor se afastava da universidade por qualquer motivo, as universidades tinham que aguardar a autorização especifica do Ministério da Educação e do Ministério do Planejamento para realizar os concursos. Com o banco, a universidade tem o número de professores registrado junto ao governo e pode automaticamente realizar concursos para a reposição de docentes, sem a autorização dos ministérios.

Reitores

Para o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras e reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Nival Nunes de Almeida, o banco professor-equivalente foi um ganho muito grande para as universidades federais. Segundo ele, o novos sistema dá mais autonomia para as universidades gerenciarem os recurso com pessoal.

De acordo com o presidente da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), Paulo Speller, o banco já era uma reivindicação da associação. "Há muitos anos solicitamos a autonomia das universidades e isso significa um avanço importante", disse Speller à Agência Brasil.

Segundo ele, a partir da efetivação do projeto de lei que cria novas vagas para professores, os concursos serão abertos nas universidades. A expectativa da Andifes é que sejam abertas 2.000 novas vagas para docentes devido a expansão e criação de novas instituições.

Com informações da Agência Brasil

  

  

 

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